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Folha Vale do Paraopeba

Os cinco vereadores de São Joaquim de Bicas, presos pela Operação Contra Legem em abril, devem ser interrogados entre os dias 11 e 14 deste mês. No próximo dia 10, a última testemunha arrolada no processo será ouvida pela Justiça. Cerca de 30, somando defesa e acusação, já deram os depoimentos. A acusação aponta cobrança de propina por parte dos parlamentares para que alterações no Plano Diretor beneficiassem empresários interessados em instalar empreendimentos no município. Ao todo, as supostas cobranças chegariam a R$ 1,2 milhão. 

Entre os dias 22 e 24 de julho, os parlamentares saíram da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, onde cumprem prisão preventiva, por conta da fase de instrução do julgamento. Os advogados de defesa arrolaram as testemunhas para serem ouvidas por meio de carta precatória, o que , segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, “demanda certo tempo”.

Carlos Alberto Braga Fonseca (PSB), o Carlinhos da Funerária; Marcos Aender dos Reis (PT), o Marcão; Tarcísio Alves de Resende (PMDB), o Neném da Horta; Cristiano Silva de Carvalho (PMDB), o Balança e Enilton César da Silva (PMDB), o Niltinho, estão presos desde abril acusados de corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa, tráfico de influência e advocacia administrativa. Caso sejam condenados por todos os crimes que estão sendo acusados, a pena pode chegar a 100 anos de prisão para cada um deles. 

Defesa:

O advogado Felipe Freitas, que defende os vereadores Niltinho e Balança, disse à reportagem que acredita na absolvição de seus clientes. A reportagem tentou contato com a defesa dos outros três vereadores, mas não obteve sucesso.

Em entrevista à imprensa, no último dia 24, no Fórum de Igarapé, o advogado Mauro Bonfim – que representa os outros três acusados – teria dito que entrou com requerimento junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), solicitando a liberação dos seus clientes por meio de pedido de habeas. A intenção é que, após o término da fase de instrução do julgamento, quando há a coleta de provas, os acusados sejam soltos e possam responder ao processo em liberdade.

Fonte: Folha Vale do Paraopeba

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