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Folha Vale do Paraopeba

Com rotina atribulada, a empresária e professora universitária, Cristiane Ferreira, faz questão de praticar atividade física todos os dias. Há alguns anos ela foi diagnosticada com esclerose múltipla, doença degenerativa temida por muitos. Mas ela não deixou a peteca cair e apostou no exercício físico como tratamento. O trabalho a faz viajar bastante, o que impede de fazer aulas tradicionais em academias quando está fora de Betim. Mas nem isso a impossibilitou de manter a rotina em favor da saúde. Foi então que passou a correr para colocar a mente, o corpo e o espírito em sintonia – e hoje ela está muito bem, obrigado!

“Eu sou apaixonada pela bicicleta. Mas um problema de visão que me limitou e passei a correr como forma de me exercitar. Tive crises anos atrás por conta da doença esclerose múltipla, mas desde 2010 eu não tenho mais nada. Muito pelo contrário. Duas vezes por semana eu corro e posso garantir que estou muito feliz”, revela.

O administrador de empresas, Carlos Francisco Palhares Bortoletto, também adotou a corrida como forma de reverter quadro médico desfavorável. Quando começou a ter problemas de saúde, decorrentes de uma vida estressada e ociosa, ele adotou a musculação. Os colegas na academia perceberam o gosto pela corrida que ele fazia na esteira e o convidaram para experimentar correr ao ar livre. Dois anos depois ele admite que está muito melhor hoje. “É uma superação de limites. Dar uma volta completa na Lagoa da Pampulha, por exemplo, é a prova de que somos capazes de vencer nossos desafios pessoais”, acredita. 

Recomendações:

Além de passar por avaliação médica, o candidato a novo Usan Bolt – atleta jamaicano considerado o melhor corredor da atualidade - tem que se preocupar com alguns detalhes. “O tênis precisa ser adequado. Fazer alongamento antes e depois da atividade, além de usar roupas confortáveis são essenciais”, explica o educador físico Leonardo Berg, criador do grupo de corredores, do qual Cristiane Ferreira faz parte, e que integrantes de 29 a 49 anos. A maioria de participantes é do sexo feminino.

Benefícios:

Leonardo Berg afirma que, para quem começa, os primeiros resultados podem surgir já após duas semanas. “Há uma melhora visível nos condicionamentos cardiovascular, cardiorrespiratório, melhor no sono e na autoestima”, revela. Porém, para àqueles que são veteranos na atividade e querem apresentar a melhora no pace – ritmo médio da corrida. “Com eles trabalhamos os pontos fracos e propomos o treinamento apropriado”, conta. 

Fonte: Folha Vale do Paraopeba

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